quarta-feira, 12 de novembro de 2008

...águas minhas

Consegui sentir-te tão fina e leve como pluma, transcorrendo meu corpo, as extremidades a sentir um frescor como se fora cócegas, relaxei em ti sem mais nada sentir, só o vento, o ar, o sol e aquele perfume que vinha de tão longe e parecia não pertencer a ninguem ou quem sabe a todos que por ali estavam, era doce mas não era teu. Caminhava apenas, sem pensar em nada, sem rumo ou anseios, pois sabia que todos meus desejos estavam à ponta dos pés, mergulhados na água fria, sobre a areia branca daquele mar sem fim...

2 comentários:

Unknown disse...

Essa eh a unica coisa bunita do blog!ahuhuahu zuera tds sao otimos em especial o ultimo!!!! eh vc se superou no sonho, geralmente vc nao faz essas coisas neh? ou faz? :S

Jairo de Oliveira disse...

gostaria de me embriagar para poder voltar no passado e fazer novamente tudo aquilo q ja fiz e gostei .... rsrsr