terça-feira, 28 de abril de 2009

Sim, que seja eterno...


Um breve cintilar de eternidade, era isso que sentia mesmo sem saber oque significava realmente ou oque deveria fazer, só me pus quieta e deixei-me envolver pelo frescor da noite, o acalento daquelas mãos tocando meu rosto, meus cabelos e uma luz suave que sentia estar tão próxima, me sentia em paz, em paz com o mundo, o mundo dos homens e dos espiritos, mau sentia meu próprio corpo, era tudo sentimento, sentimento bom, era amor, e era muito, à qual me envolvia tão desesperadamente como se fora morrer... enfim a noite se pôs, e mesmo adormecida sentia-lhe
ao lado. Ao acordar não entendi nada, era pequena demais para compreender qualquer coisa do gênero, os anos passaram e ainda sinto tudo da mesma forma, hoje oque me avassala é também oque me atormenta, pois não há cura para a saudade...

2 comentários:

Jairo de Oliveira disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Jairo de Oliveira disse...

viajem maluca