terça-feira, 14 de julho de 2009

Doces noites ao luar...


Ciclo de pessoas desconhecidas em geral, alguns olhares lembro de já tê-los visto em carne, mas bem poucos, estava numa festa, aliás fazia parte da organização desta, foi como voltar no tempo e me ver com aquela mesma calça skatista de antes, bom os que são desse tempo devem estar rindo muito ao lembrar, vivia com ela. Fase boa aquela em que a curtição fazia parte diária e constante em meus dias, me importava com pouca coisa, não pela idade ou nível de responsabilidade, isso sempre tive, mas me importava pouco com oque pensariam, oque gostariam, oque sentiriam frente aos meus devaneios.... (fazendo uma pausa para não ser hipócrita, eu sei que em suma ainda não me importo, porém a sociedade assim exige, deveres da idade não há como fugir)... voltando ao assunto, era livre, leve e solta para aprontar, fazer arte, sacudir, enfim oque eu quisesse, e fiz, tudo, foi legal, show de bola, afinal alma livre espírito são,
é assim que funciona, todos tem que libertar seus demônios, os meus mando-lhes embora dançando, oque seria do mundo se não houvesse pontadas de pecado ? há que se ter algo para satisfazer seu lado negro, sempre, posso arder no mármore do inferno, mas ao menos digo que não deixei passar nada e sustento, não deixei... bom, coisa estranha é ter estado com uma pessoa, por sinal muito bonito, um mulato lindo, alto, olhos negros e sedutores, as mãos firmes, pegada boa, papo divertido, poucas vezes se tem oportunidade de ver um homem tão bonito, estava saindo com ele, pulando de sala em sala e dançando pela rua, indo para senão me engano pagode, já não bastasse a noitada ainda iria para o pagode, saudade desse fôlego todo...

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